02/10/2026 Tecnologia, inovação e negócios digitais

OpenAI pede criação de padrões globais para controlar IAs cada vez mais avançadas

OpenAI pede criação de padrões globais para controlar IAs cada vez mais avançadas
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Empresa responsável pelo ChatGPT defende padrões internacionais para inteligência artificial de fronteira, supervisão humana, comunicação de incidentes e regras para sistemas capazes de participar do desenvolvimento de novas gerações de IA

A rápida evolução da inteligência artificial está levando algumas das maiores empresas de tecnologia do mundo a discutir não apenas até onde os sistemas poderão chegar, mas também quais mecanismos deverão existir para garantir que seres humanos continuem exercendo controle sobre máquinas cada vez mais autônomas.

Nesta segunda-feira, 21 de setembro de 2026, a OpenAI publicou uma proposta defendendo a criação de padrões técnicos internacionais para sistemas avançados de inteligência artificial, principalmente para os chamados modelos de fronteira, categoria que reúne alguns dos sistemas de IA mais sofisticados existentes.

A empresa responsável pelo ChatGPT afirma que os Estados Unidos deveriam liderar uma iniciativa internacional envolvendo governos, empresas, pesquisadores e instituições especializadas para estabelecer critérios comuns de avaliação, segurança e monitoramento.

Um dos temas centrais da proposta é o chamado recursive self-improvement, RSI, ou autoaperfeiçoamento recursivo. Trata-se de um cenário no qual sistemas de inteligência artificial passam a participar cada vez mais ativamente da pesquisa e do desenvolvimento de versões posteriores de inteligência artificial.

Segundo a OpenAI, sistemas completamente autônomos capazes de realizar esse processo de maneira independente ainda não existem atualmente, mas o avanço da automação da pesquisa em IA poderia acelerar significativamente o desenvolvimento tecnológico nos próximos anos.

A empresa afirma que esse tipo de tecnologia não deveria avançar para níveis de autonomia total antes que existam mecanismos capazes de preservar a supervisão e o controle humano.

O que a OpenAI está propondo

A proposta apresentada pela OpenAI não significa criar uma única legislação mundial para inteligência artificial.

O objetivo seria desenvolver uma espécie de base técnica internacional comum, permitindo que diferentes países possam avaliar sistemas avançados utilizando critérios semelhantes.

Entre os mecanismos defendidos estão:

  • padrões internacionais para avaliação das capacidades de modelos avançados;

  • métricas para medir o nível de autonomia de sistemas de inteligência artificial;

  • critérios para avaliar riscos associados à pesquisa automatizada de IA;

  • mecanismos de supervisão humana;

  • protocolos internacionais para classificação de incidentes;

  • critérios para determinar quando um incidente envolvendo IA precisa ser comunicado;

  • canais seguros entre governos e operadores de infraestrutura crítica;

  • mecanismos para compartilhar informações sobre vulnerabilidades e ameaças;

  • padrões para avaliar se as proteções utilizadas por empresas são suficientes.

Segundo a empresa, a ausência de critérios comuns poderia fazer com que diferentes países criassem regras incompatíveis entre si, dificultando a identificação e o gerenciamento de riscos que ultrapassam fronteiras nacionais.

Para quem acompanha diariamente a transformação provocada pela tecnologia, o avanço desse debate representa uma nova etapa no desenvolvimento da IA. No THNET, portal de tecnologia e inteligência artificial, temas relacionados ao impacto da automação, segurança digital e evolução dos sistemas inteligentes acompanham uma mudança que já começa a afetar empresas e usuários em todo o mundo.

O que é uma IA de fronteira

O termo IA de fronteira, ou frontier AI, é utilizado para descrever sistemas que estão entre os modelos de inteligência artificial mais capazes disponíveis em determinado momento.

Esses sistemas podem apresentar capacidades avançadas em áreas como programação, matemática, pesquisa científica, análise de grandes volumes de informações, uso de ferramentas digitais, geração de conteúdo e resolução de problemas complexos.

Conforme os modelos aumentam sua capacidade, cresce também a preocupação sobre a possibilidade de realizarem tarefas de maneira cada vez mais independente.

A questão deixa, portanto, de ser apenas o que uma inteligência artificial consegue responder dentro de uma janela de conversa.

Sistemas futuros poderão potencialmente receber objetivos, utilizar ferramentas, analisar resultados, corrigir estratégias e executar sequências longas de ações com menor necessidade de intervenção humana.

É nesse ponto que conceitos como agentes de IA, modelos autônomos e pesquisa automatizada passam a ganhar importância.

O que é autoaperfeiçoamento recursivo de inteligência artificial

O conceito de autoaperfeiçoamento recursivo descreve uma situação na qual a própria inteligência artificial participa do processo utilizado para criar sistemas melhores.

Imagine um modelo capaz de auxiliar pesquisadores na criação da próxima geração de inteligência artificial.

A nova geração, sendo mais avançada, poderia posteriormente ajudar no desenvolvimento de outra geração ainda mais poderosa.

O processo poderia teoricamente formar um ciclo:

IA ajuda a desenvolver uma IA melhor → a nova IA ajuda a desenvolver outra ainda melhor → o processo se repete.

A OpenAI explica que a pesquisa automatizada pode existir com diferentes níveis de supervisão humana.

Quanto maior for a participação das máquinas no desenvolvimento das próximas gerações de sistemas, maior poderá ser a velocidade do progresso tecnológico.

A empresa ressalta, entretanto, que o autoaperfeiçoamento recursivo totalmente autônomo não está acontecendo atualmente. Segundo a OpenAI, um sistema desse tipo não deveria ser perseguido enquanto não existirem condições técnicas que permitam preservar o controle humano.

Por que o autoaperfeiçoamento preocupa especialistas

Uma das principais preocupações está relacionada à velocidade.

O desenvolvimento tradicional de tecnologia possui diversas limitações humanas.

Pesquisadores precisam desenvolver hipóteses, escrever código, executar experimentos, analisar resultados e decidir quais caminhos seguir.

Sistemas avançados de IA podem automatizar partes desse trabalho.

Caso uma parcela significativa do processo de pesquisa seja automatizada, milhares ou milhões de experimentos poderão potencialmente ser realizados em períodos muito menores.

Isso poderia acelerar descobertas científicas e tecnológicas.

Mas também poderia reduzir o tempo disponível para pesquisadores, empresas e governos compreenderem as capacidades e os riscos de uma nova geração de sistemas.

A OpenAI alerta que um processo de desenvolvimento excessivamente automatizado, realizado sem mecanismos adequados de segurança, poderia dificultar a supervisão humana sobre pesquisas cada vez mais complexas.

OpenAI não está propondo interromper o desenvolvimento da inteligência artificial

Outro ponto importante é diferenciar controle, desaceleração e interrupção.

A OpenAI utiliza o conceito de pacing, que pode ser entendido como administrar o ritmo do desenvolvimento tecnológico.

Segundo a empresa, isso não significa determinar previamente que a inteligência artificial precisa avançar lentamente.

O objetivo seria garantir que pesquisas relacionadas a alinhamento e segurança evoluam pelo menos na mesma velocidade das capacidades dos sistemas.

Em outras palavras, quanto mais poderosa se torna uma inteligência artificial, mais sofisticados precisam ser os mecanismos responsáveis por monitorá-la e mantê-la dentro dos objetivos definidos pelos seres humanos.

O que significa alinhamento de inteligência artificial

Alinhamento de IA é o conjunto de pesquisas e técnicas destinadas a fazer com que sistemas de inteligência artificial continuem seguindo objetivos e valores definidos por seres humanos.

O problema parece simples quando analisado em sistemas atuais utilizados para tarefas comuns.

Mas ele pode se tornar significativamente mais complexo quando uma IA recebe maior autonomia.

Um sistema altamente inteligente pode encontrar formas inesperadas de cumprir uma determinada instrução.

Por isso, pesquisadores trabalham para desenvolver técnicas capazes de fazer com que a intenção humana permaneça corretamente representada durante a execução das tarefas.

Para a OpenAI, pesquisas de alinhamento precisam acompanhar o aumento das capacidades dos modelos, especialmente à medida que sistemas começam a participar diretamente da pesquisa e do desenvolvimento de novas tecnologias.

Padrões internacionais poderiam funcionar como acontece na aviação

A OpenAI compara a proposta a estruturas existentes em setores como aviação e estabilidade financeira.

Países possuem suas próprias legislações e continuam exercendo soberania sobre suas decisões, mas utilizam padrões técnicos compartilhados que facilitam comunicação, segurança e cooperação internacional.

Uma estrutura semelhante poderia surgir para inteligência artificial.

O objetivo não seria criar um governo mundial da IA, mas estabelecer critérios técnicos que possam ser compreendidos e utilizados por diferentes países.

A própria OpenAI afirma que os padrões propostos não seriam licenças internacionais para lançar modelos, nem um sistema obrigatório de aprovação prévia.

Cada governo continuaria responsável por decidir como incorporar esses padrões às suas próprias leis.

Países já possuem institutos dedicados à segurança da IA

A proposta da OpenAI prevê utilizar uma rede internacional de organizações que já trabalham na avaliação da inteligência artificial.

A empresa cita instituições estabelecidas em países como:

Austrália, Canadá, Alemanha, França, Quênia, Japão, Coreia do Sul, Singapura, Índia e Reino Unido.

Essas organizações poderiam trabalhar junto ao Center for AI Standards and Innovation, CAISI, dos Estados Unidos, e a entidades técnicas e acadêmicas.

A empresa também menciona organizações internacionais e do setor tecnológico que já trabalham no desenvolvimento de padrões, incluindo ISO, Frontier Model Forum, Agentic AI Foundation, Open Secure AI Alliance e Appia Foundation.

Como seria o sistema de comunicação de incidentes envolvendo IA

Uma das partes mais interessantes da proposta envolve a criação de um sistema semelhante aos utilizados em setores que precisam responder rapidamente a falhas graves.

Os países e empresas poderiam adotar categorias comuns para classificar incidentes de inteligência artificial.

Isso permitiria determinar, por exemplo:

qual é a gravidade de um incidente;

quando autoridades precisam ser informadas;

quando outras empresas devem ser alertadas;

quando um comportamento inesperado exige intervenção humana;

quando uma vulnerabilidade representa risco para infraestrutura crítica.

A OpenAI também defende canais seguros de comunicação entre governos e operadores de setores estratégicos.

Esses canais poderiam compartilhar informações sobre novas vulnerabilidades, riscos de segurança nacional e ameaças emergentes.

Segurança de IA começa a se transformar em questão internacional

O debate ganhou ainda mais relevância porque inteligência artificial está entre os temas discutidos durante a reunião anual da Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York.

Segundo a Reuters, o CEO da OpenAI, Sam Altman, deverá participar de uma reunião do Conselho de Segurança da ONU dedicada às implicações da inteligência artificial para a segurança internacional.

A reunião foi convocada pela França, que ocupa a presidência do Conselho de Segurança durante setembro de 2026.

O Conselho de Segurança já havia discutido os riscos da inteligência artificial em 2023.

Agora, porém, a tecnologia avançou significativamente, e o debate passa a incluir agentes autônomos, segurança cibernética e sistemas capazes de participar diretamente da pesquisa científica e tecnológica.

Estados Unidos e China estão no centro da corrida pela inteligência artificial

O desenvolvimento da inteligência artificial também se tornou parte da competição tecnológica entre Estados Unidos e China.

A OpenAI afirma que seria positivo estabelecer diálogo entre os dois países para compartilhar informações sobre riscos, vulnerabilidades e incidentes de IA.

Segundo a Reuters, autoridades americanas e chinesas também estão discutindo mecanismos de comunicação relacionados à segurança de inteligência artificial.

Ao mesmo tempo, existe divergência sobre a velocidade do desenvolvimento.

O governo americano tem demonstrado preocupação de que uma desaceleração unilateral possa permitir que empresas chinesas reduzam a distância tecnológica em relação às empresas americanas.

Esse dilema provavelmente será um dos temas centrais da política tecnológica internacional nos próximos anos.

O paradoxo da inteligência artificial avançada

Existe um paradoxo importante no desenvolvimento da IA.

As mesmas tecnologias capazes de criar novos riscos também podem se transformar nas principais ferramentas utilizadas para combatê-los.

Uma inteligência artificial avançada pode ajudar pesquisadores a descobrir vulnerabilidades de segurança.

Pode criar defesas contra ataques cibernéticos.

Pode analisar milhões de interações buscando comportamentos anormais.

Pode identificar falhas de alinhamento.

E pode auxiliar pesquisadores humanos no desenvolvimento de técnicas para tornar outras inteligências artificiais mais seguras.

A OpenAI resume esse conceito afirmando que um pesquisador automatizado de IA também poderia funcionar como pesquisador automatizado de segurança de IA.

Os possíveis benefícios continuam enormes

Apesar das preocupações, a OpenAI também destaca benefícios potenciais associados à inteligência artificial avançada.

Sistemas muito mais inteligentes podem acelerar pesquisas científicas, reduzir custos de acesso ao conhecimento e ajudar no desenvolvimento de novas soluções para saúde, infraestrutura, economia e ciência.

Entre as possibilidades estão:

desenvolvimento mais rápido de medicamentos;

diagnósticos e ferramentas de saúde mais acessíveis;

pesquisa matemática;

proteção de infraestrutura crítica;

segurança cibernética;

automação de processos empresariais;

aumento da produtividade;

novas ferramentas para pequenas empresas e empreendedores.

A questão central passa a ser como obter esses benefícios sem permitir que as capacidades dos sistemas avancem mais rápido do que os mecanismos utilizados para compreendê-los e controlá-los.

O mundo pode estar entrando em uma nova fase da inteligência artificial

Durante grande parte da história recente da IA, a discussão esteve concentrada em melhorar a capacidade dos modelos.

Mais parâmetros.

Mais dados.

Mais capacidade computacional.

Mais precisão.

Agora, uma segunda corrida começa a acontecer paralelamente.

A corrida para desenvolver mecanismos de segurança, alinhamento, avaliação e governança capazes de acompanhar sistemas cada vez mais inteligentes.

O desafio aumenta porque a tecnologia não respeita fronteiras nacionais.

Um modelo desenvolvido em um país pode ser utilizado instantaneamente por usuários localizados em dezenas de outras nações.

Uma vulnerabilidade descoberta em determinado sistema pode afetar organizações espalhadas pelo planeta.

Por essa razão, a criação de padrões técnicos internacionais começa a aparecer como uma possível camada adicional de segurança.

Padrões globais podem definir a próxima fase da inteligência artificial

A discussão iniciada agora provavelmente não produzirá uma estrutura definitiva de curto prazo.

A própria OpenAI reconhece que sua proposta deverá evoluir.

Mas o debate sinaliza uma mudança importante.

Empresas responsáveis por construir alguns dos sistemas de inteligência artificial mais avançados começam a discutir não apenas como criar máquinas mais inteligentes, mas também como estabelecer limites, medições e mecanismos capazes de garantir que humanos continuem participando das decisões.

O avanço da inteligência artificial dificilmente dependerá apenas da capacidade computacional dos próximos modelos.

Pode depender também da capacidade de empresas, pesquisadores e governos desenvolverem sistemas confiáveis para medir inteligência, detectar comportamentos inesperados, comunicar incidentes e preservar supervisão humana.

A pergunta que começa a ocupar especialistas em tecnologia, portanto, não é apenas até onde a inteligência artificial poderá chegar.

É como garantir que, quando chegar lá, os seres humanos continuem no controle.

Perguntas e respostas sobre os padrões globais de inteligência artificial

O que a OpenAI pediu em setembro de 2026?

A OpenAI defendeu que os Estados Unidos liderem uma iniciativa internacional para desenvolver padrões técnicos globais destinados aos sistemas mais avançados de inteligência artificial.

A OpenAI quer criar uma lei mundial para inteligência artificial?

Não. A proposta é criar padrões técnicos compartilhados. Cada país continuaria responsável por decidir como esses padrões seriam incorporados às suas próprias legislações.

O que são modelos de inteligência artificial de fronteira?

São sistemas que representam algumas das tecnologias de IA mais avançadas disponíveis em determinado momento e que apresentam capacidades superiores em tarefas como raciocínio, programação, ciência e utilização autônoma de ferramentas.

O que significa RSI em inteligência artificial?

RSI significa Recursive Self-Improvement, ou autoaperfeiçoamento recursivo. É um processo em que sistemas de IA participam do desenvolvimento de gerações posteriores de sistemas, potencialmente acelerando progressivamente a evolução tecnológica.

Já existe uma inteligência artificial capaz de melhorar completamente a si mesma?

Segundo a OpenAI, não. A empresa afirma que o autoaperfeiçoamento recursivo totalmente autônomo não acontece atualmente.

Por que o autoaperfeiçoamento recursivo preocupa especialistas?

Porque sistemas capazes de automatizar grande parte da pesquisa em inteligência artificial poderiam acelerar drasticamente o desenvolvimento tecnológico, reduzindo o tempo disponível para humanos compreenderem e supervisionarem cada nova geração.

A OpenAI quer interromper o desenvolvimento da inteligência artificial?

Não. A empresa defende que o avanço das capacidades seja acompanhado pelo desenvolvimento de mecanismos de alinhamento e segurança.

O que significa alinhamento de IA?

É a área de pesquisa que busca fazer com que sistemas de inteligência artificial continuem agindo conforme objetivos, instruções e valores definidos pelos seres humanos.

Como funcionariam os padrões globais de IA?

Eles poderiam estabelecer métricas comuns para medir capacidades, autonomia, riscos, sistemas de segurança, supervisão humana e gravidade de incidentes.

Os modelos precisariam de autorização internacional antes de serem lançados?

A proposta apresentada pela OpenAI afirma que os padrões técnicos não funcionariam como licenças internacionais ou sistemas obrigatórios de aprovação prévia de modelos.

Governos poderiam receber informações sobre incidentes envolvendo IA?

Sim. Uma das propostas é estabelecer protocolos para classificação, rastreamento e comunicação de incidentes relacionados aos sistemas mais avançados.

Estados Unidos e China participariam desse sistema?

A OpenAI considera positivo um diálogo entre Estados Unidos e China sobre segurança, vulnerabilidades e incidentes relacionados à inteligência artificial.

Por que a ONU está discutindo inteligência artificial?

A inteligência artificial passou a ser considerada também uma questão de segurança internacional devido ao crescimento das capacidades dos modelos, seu possível uso em ataques cibernéticos, infraestrutura crítica e sistemas autônomos.

Sam Altman falará sobre inteligência artificial na ONU?

Segundo a Reuters, Sam Altman deverá participar de uma reunião do Conselho de Segurança das Nações Unidas sobre IA e segurança internacional durante a Assembleia Geral da ONU em setembro de 2026.

A inteligência artificial avançada representa apenas riscos?

Não. Sistemas avançados também podem acelerar descobertas científicas, medicina, segurança cibernética, produtividade e desenvolvimento de novas tecnologias.

Qual é o principal objetivo dos padrões internacionais defendidos pela OpenAI?

Criar uma base técnica comum que permita avaliar capacidades e riscos de sistemas avançados, melhorar a comunicação entre países e preservar mecanismos de supervisão humana à medida que a inteligência artificial se torna mais autônoma.